SUELY COUTINHO PAULETE A VERDADE SOBRE A MORTE DO CANTOR PAULO SERGIO   Leave a comment

OI MEUS AMIGOS E FÃS ESTOU DE VOLTA SUELY COUTINHO PAULETE A SENSAÇÃO DO MOMENTO AGUARDO VOCES ENTREN E FIQURM A VONTADE.

Publicado fevereiro 3, 2011 por suelycoutinhopaulete em Uncategorized

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Eu dedico esta poesia de hoje  ,em memoria de Paulo Sérgio

pois sei  que em vários momentos era o que ele realmente sentia

e hoje neste dia 27 meu coração está muito triste , pois foi o ultimo dia da sua vida em que passamos juntos…SuelyCoutinhopaulete…

Publicado julho 27, 2010 por suelycoutinhopaulete em Uncategorized

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PROCURA-SE UM AMIGO

“Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimento, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaros, do sol, da lua, do canto dos ventos e das canções de briga. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar. Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois, todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja de todo impuro, mas não deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários.

Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer. Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova quando chamado de amigo, que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações da infância. Precisa-se de um amigo para não enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada; de mato depois da chuva, de se deitar no capim.

Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo.

Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que bata nos ombros sorrindo e chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.”

O poema acima foi localizado dentre os guardados do cantor Paulo Sérgio. É possível que, em algum momento de sua vida, o seu conteúdo tenha tido algum significado.

Publicado julho 27, 2010 por suelycoutinhopaulete em Uncategorized

A VERDADE SOBRE A MORTE DO CANTOR PAULO SÉRGIO   17 comments

As mais de mil pessoas que acompanharam o enterro do cantor Paulo Sérgio, semana passada, no Rio de Janeiro, acusam Oneida Maria Xavier di Loreto de ser a causadora do derrame que originou na morte do cantor, aos 37 anos. Oneida teve um desentendimento com Paulo Sérgio na tarde do último dia 27, horas antes de sua última apresentação, no Circo Rosemir, armado em Vila Preu, a cinqüenta quilômetros do centro de São Paulo.

A própria Oneida contou, com a condição de não ser fotografada – para evitar que ficasse ainda mais visada pelos que a ameaçam -, como foi o incidente: “No dia 27, fui ao Teatro Bandeirantes com uma amiga, para apanhar uma bolsa que ficara esquecida lá. Cruzei com Paulo Sérgio, que me convidou para ir com ele para o seu sítio perto de Preu. Disse, então, que eu era mulher casada e de respeito. Ele riu na minha cara. Para desviar a conversa, falei que conhecia sua ex-mulher, Raquel. Então, ele começou a me xingar e me chamou de prostituta. Para irritá-lo, retruquei que ele era um péssimo cantor e que Roberto Carlos era muito melhor do que ele. Ele ameaçou me matar e passar com o carro por cima de mim. Quando deixei o teatro, ele abandonou o seu carro e correu atrás de mim. Me refugiei na porta de um prédio, enquanto as pessoas o seguravam. Fui, depois, dar queixa no 5º Distrito”.

Os últimos momentos da vida de Paulo Sérgio foram presenciados por outra mulher, Suely Coutinho, que, há cinco meses, trabalhava como “paulete”, as bailarinas que faziam a coreografia dos shows do cantor. Ela contou o que viu: “Pouco antes de começar o show, ele sentia forte dor de cabeça. Logo depois de cantar a primeira música, levou a mão à fronte e começou a empalidecer. Foi para seu ônibus-camarim, pedindo ajuda. Dei-lhe dois comprimidos. Ele começou a babar e a balbuciar. Entrou em coma no próprio camarim e saiu de lá na ambulância. Mas não houve tempo para nada e ele morreu no hospital, em São Paulo”.

Publicado junho 24, 2010 por suelycoutinhopaulete em Uncategorized